Lunapétala Brancave

Lunapétala

Os Brancave são uma família de elfos noturnos reconhecidos pelas habilidades como ladinos, ainda que possam assumir outras vocações para auxiliá-los em missões de infiltração e espionagem. A matriarca Floragris guia a família com firmeza, e sempre cita a morte do marido como exemplo a ser seguido:

“Morrer, talvez; comprometer o sucesso da missão, jamais”.

Esse pensamento é um dos lemas dos Brancave, e torna-os fervorosos servos da Aliança sob as ordens da AVIN.

Lunapétala é uma elfa noturna muito parecida com Floragris: a mesma pele de azul bem claro, os mesmos cabelos longos e prateados, os mesmos lábios cheios e sérios mesmo durante um sorriso. Não havia dúvidas de que as duas eram mãe e filha.

No entanto, a missão de entrada de Lunapétala na AVIN deu errado. Além de alertar a Horda para presenças hostis na Cordilheira das Torres de Pedra – o que causou um massacre dos membros da Aliança no local – ela também perdeu a visão no olho direito e grande parte dos movimentos do braço direito.

O grave fracasso na missão acabou por revelar a verdade: ela nunca foi uma Brancave, e sim foi incorporada à família quando ainda era um bebê para que pudesse receber o treinamento necessário para que a tradição da família fosse mantida.

Expulsa do que antes considerava seu lar, Lunapétala tingiu o cabelo a fim de não mais se lembrar de seu passado como Brancave.

Cortou todos os laços com sua vida anterior e mudou-se para a Floresta do Crepúsculo, onde treina arduamente para recobrar parte dos movimentos do braço e para acostumar-se a calcular profundidade com a visão limitada.

Atualmente reside em Monte Corvo e atende clientes – normalmente interessados em assassinatos que não possam ser traçados de volta à AVIN – pelo nome de Corvo.

Lunapétala, o Corvo

Lunapétala, o Corvo

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2 pensamentos sobre “Lunapétala Brancave

  1. Um presença distinta e encapuzada bebia na taverna da vila. Seus olhos atentos acompanhavam todos que entravam e saíam por baixo das vestes escuras. A tensão que o garçom do bar sentia crescia a cada minuto.

    Lunapetala, enfim adentra, e de pronto o forasteiro se levanta.

    – Eu tenho um trabalho para o corvo – Falava em Darnassian – É arriscado mas recompensador…

    – Está preparada? – Lunapetala o fitava.

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